A história é narrada em primeira pessoa por
Seraf, um jovem de 15 anos, órfão de mãe e criado pelo pai. Numa noite escutam
um grito e quando vão investigar descobrem um corpo e junto dele um bilhete.
Antes de mais nada, Seraf tem que fazer uma escolha. Ao chegar na idade de 15
anos, é dado a escolha entre se tornar aprendiz de ferreiro, de cavaleiro e de monge.
Seraf escolhe se tornar aprendiz de monge.
Num primeiro momento achei estranho alguém
querer ser monge, mas o monge é como um guerreiro com habilidades mágicas e é
bem legal, na minha opinião.
A partir de então ele passa por um teste e
começa a ser treinado por Hako, o mestre de guerra e Monge guerreiro de
Rudgart, uma pequena província sob o domínio do rei Mark. Durante esse
treinamento é descoberto que um antigo inimigo do rei, Spardian, está reunindo
um grande exército para dominar o reino e matar o rei.
A história se resume na jornada do Monge
Guerreiro e seu aprendiz em busca de derrotar o exército do Spardian antes que
ele consiga se organizat totalmente e começar a guerra.
Esse mundo criado pelo Gabriel Edgar é
bastante rico e possui as mais diversificadas criaturas, o que me foi bem
interessante, apesar de o autor gostar de narrar os fatos em poucas e concisas
palavras.
O livro é bastante curto, pouco mais de 140
páginas, por isso não existe muita explicação E isso me incomodou bastante, eu
gosto quando o autor consegue nos fazer entrar na história e eu terminei o
livro sem conhecer realmente nenhum personagem, sem me apegar ou realmente me
importar com nenhum. Contudo, o autor escreve bem e consegue contar a história,
mas infelizmente não me senti envolvida por ela em momento algum.
O livro possui também alguns erros de
pontuação que me fizeram perder o fio da meada em determinados momentos, mas
não atrapalhou no andamento da leitura.
E ele criou um mundo e não colocou um mapa no
livro. Acho isso absurdo!! Se um autor cria um mundo novo tem que por um mapa
no livro! Amo livro com mapa.
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